terça-feira, 17 de novembro de 2015

Região De Campinas tem oito cidades entre as 100 melhores para investir em negócios no Brasil

Quem está mapeando locais para investir em um negócio deve ficar atento a um estudo que acaba de ser divulgado pela consultoria Urban Systems para a Revista Exame. Após analisar 30 indicadores, que vão de educação, finanças, infraestrutura, dentre outros, foi elaborado o ranking das melhores cidades para investir em negócios no Brasil. Entre as 100 primeiras colocadas, com mais de 100 mil habitantes, oito delas estão localizadas na região. Campinas é a primeira da lista e a 9ª colocada no País. Jundiaí ocupa a 14ª posição, seguida de Indaiatuba (19ª), Valinhos (21ª), Hortolândia (22ª), Americana (47ª), Piracicaba (58ª) e Itatiba (95ª).

Campinas, apesar da 9ª colocação, se destaca no quesito Infraestrurua, no qual aparece na liderança. (ver matéria abaixo). O estudo também analisou as cidades com população entre 50 e 100 mil habitantes. Nesta categoria, outras duas cidades da região figuram nas duas primeiras colocações: Vinhedo e Paulínia (ver matéria abaixo).


Infraestrutura de primeiro mundo coloca Campinas no topo da categoria
Não é novidade que Campinas possui uma das melhores infraestruturas de transportes do Brasil, dotada de boas rodovias, um aeroporto internacional e uma malha ferroviária mantida pela iniciativa privada. Estes atributos foram confirmados pela pesquisa da Urban Systems, que colocaram a cidade sede da Região Metropolitana (RMC) em primeiro lugar no Brasil, com uma nota total de 4,02 pontos de 6 possíveis. Guarulhos, a segunda colocada, obteve nota de 3,98, enquanto que São Paulo tirou 3,91.

Entre os principais destaques de Campinas neste item, estão a pavimentação das ruas: 87%, superior a média nacional (80%). No item domicílios com água encanada, Campinas tem 100% de casas com água, diante de uma média nacional de 93%.

Mas o levantamento também trás dois pontos negativos para a cidade. Em roubos por 100 mil habitantes, Campinas registrou 796 ocorrências (a média nacional é de 590). Já a População Economicamente Ativa (PEA) da cidade é de 72%, enquanto a média do Brasil ficou em 78%.

Vinhedo, Paulínia e Jaguariúna entre as 10 melhores cidades com até 100 mil habitantes

Os pequenos municípios da região de Campinas também  são destaques no estudo das melhores cidades para investir em negócios no Brasil. Vinhedo, Paulínia e Jaguariúna, conhecidas por atrair empresas multinacionais, que geram grandes impostos, dominaram o ranking das cidades com população entre 50 e 100 mil habitantes.

De 348 cidades avaliadas, Vinhedo (foto) foi classificada em primeiro lugar, com 15,81 dos 30 pontos possíveis. Paulínia vem no seu encalço, na segunda posição, com 15,46 pontos obtidos. Já Jaguariúna vem na quarta posição, atrás da mineira Nova Lima.

As três cidades da RMC se destacaram por vários motivos. Um deles foi o PIB (Produto Interno Bruto) per capta superior a R$ 78 mil, contra média nacional de R$ 22 mil. As três também apresentaram crescimento anual no número de empresas de 6%, quase o dobro da média nacional (3,8%).



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Com investimento de R$ 12,4 milhões, Galleria Shopping vai ganhar um hotel


Em um momento em que a maioria das empresas brasileira desacelera os investimentos, o Iguatemi Empresas de Shopping Centers S/A vai na direção oposta. De olho no crescimento do setor hoteleiro regional, o grupo fechou parceria com as empresas Linderberg e Setin para construção de um hotel com 200 apartamentos dentro do Galleria Shopping. O investimento será de R$ 12,4 milhões e o empreendimento deve ser inaugurado no primeiro semestre de 2017.

Durante a semana o público deverá ser formado mais pelo turista de negócios, e a previsão é que aos fins de semana o hotel seja ocupado pelo turista de lazer. O Iguatemi entrará com o terreno e os parceiros farão o investimento na construção do empreendimento e na instalação. A bandeira do hotel ainda não está fechada.


Campinas tem o 21º imposto mais alto do País entre 32 cidades pesquisadas pela Endeavor

Para mensurar o grau de impacto da burocracia entre as empresas consideradas de alto crescimento, a organização Endeavor pesquisou 32 cidades com o maior número de empresa de alto crescimento no Brasil. Em três itens analisados, Campinas teve bom desempenho apenas no quesito tempo que se leva para regularizar um imóvel, ficando em primeiro lugar, com 94 dias, ante uma média nacional de 153 dias. Este resultado é fruto de parceria com a iniciativa privada, anunciada no início do ano.

Quando o assunto é imposto municipal (IPTU em percentual do valor venal do imóvel, a cidade aparece na 21ª colocação, com índice de 1,44, acima da média nacional, de 1,34. O desempenho é ainda pior quanto ao tempo que um empreendedor leva para abrir uma empresa em Campinas, na 23ª posição, com 144 dias necessários, contra a média nacional de 129 dias


Mercado de imóveis de luxo se desloca da Capital para o Interior; RMC lidera lançamentos

Em busca de melhor qualidade de vida, segurança e espaços maiores para morar, as pessoas têm trocado a Capital paulista pelo Interior. Um indicativo dessa migração é o mercado imobiliário. Segundo um levantamento feito pela consultoria Geoimóvel e publicado pelo jornal Folha de São Paulo, 17 cidades receberam mais de 11 mil novos imóveis de alto padrão neste ano. Das 17 cidades apontadas como destino dos empreendimentos de luxo e espaçosos, 14 deles estão na RMC.

Há uma mudança sensível no mercado imobiliário regional. Os lançamentos de imóveis pequenos —  de um dormitório, voltado para atender universitários e solteiros — está em baixa na região. O mercado hoje está direcionado para imóveis  com mais de 100 m2 de área construída, que ofereçam espaços diferenciados como varanda, quartos maiores, churrasqueiras. Nos últimos quatros anos, os apartamentos foram 95% dos lançamentos imobiliários em Campinas.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Sete das 40 maiores importadoras do Brasil em 2015 estão na região de Campinas



De janeiro a setembro, as 
importações feitas no Brasil somaram US$ 134,23 bilhões, número 23,01% menor do que o registrado nos mesmos meses de 2014. Juntas, as 40 empresas que mais compraram insumos e produtos de fora do país tiveram uma participação de 36,48% na balança comercial. Elas pagaram US$ 48,97 bilhões por mercadorias, 29,69% menos que em igual período ano passado.

Da lista, com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, sete empresas são da região de Campinas. A Samsung é a segunda do ranking. A Toyota, de Indaiatuba, aparece na 5ª posição. A Syngenta vem em 14º, seguida da Honda (25º), DuPont (28º), John Deere (34º) e a Caterpillar (37º).


Tirando as capitais, Campinas tem o maior PIB do Brasil, com 1% de participação



C
om um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 42,7 bilhões, a cidade de Campinas é a primeira colocada neste ranking do Brasil, tirando as capitais – São Paulo e Rio de Janeiro seguem na dianteira. A participação da cidade no bolo total do País é de 1%, índice que vem sem mantendo há cinco anos.

O levantamento foi feito com base nos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com números levantados em 2012. Ele também apontou que as capitais, estão perdendo participação no PIB, principalmente pela saída de muitas empresas e comércio, que seguem em direção ao Interior.




quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Dívidas de consumidores da RMC somam R$ 334 milhões, com 464 mil boletos em atraso



Com orçamento cada dia mais apertado, os moradores da Região Metropolitana de Campinas (RMC) encontram cada vez mais dificuldades para quitar suas dúvidas. Segundo balanço da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), a inadimplência na RMC cresceu 10,27% no período de Janeiro a Outubro deste ano 2015, se comparado ao mesmo período do ano passado. São 464.279 boletos / carnês não pagos e vencidos a mais de 30 dias, representando uma retenção de R$ 334,3 milhões no mercado varejista da RMC.
Na cidade de Campinas são 194.997 boletos / carnês não pagos e vencidos a mais de 30 dias, representando cerca de R$ 140,4 milhões que ficaram retidos no mercado varejista da cidade.