sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Sete empresas da região de Campinas no ranking das 50 com os funcionários mais felizes



Trabalhar em uma companhia que oferece um bom ambiente de trabalho e vários benefícios é o desejo de qualquer pessoa. E quando ele encontra este ambiente, com certeza os dois lados saem ganhando em qualidade e produtividade. E para saber onde estão estas empresas, o site de carreiras Love Mondays, realizou uma pesquisa, divulgada com exclusividade pela Exame.com, no qual lista as 50 empresas com os funcionários mais felizes e satisfeitos no Brasil.
No ranking dessas empresas, sete delas, de vários segmentos, possuem unidades ou escritórios nas cidades que integram a Região Metropolitana de Campinas: Bayer (5º), Shopping Iguatemi (10º), John Deere (26º), Goodyear (32º), Petrobras (35º), Basf (36º) e construtora Camargo Corrêa (38º).
Para o levantamento, foram ouvidas 160 mil pessoas. A lista das empresas, segundo a autora do levantamento, tem como base os índices de satisfação geral de funcionários, que seguem uma escala de 1 a 5, em que 1 representa muito insatisfeitos e 5, muito satisfeitos. Todas as opiniões são espontâneas, portanto, diz a CEO do Love Mondays Luciana Caletti, autênticas.
Para o ranking foram consideradas as empresas com mais de 50 avaliações publicadas. Além da nota geral, também é possível verificar satisfação em relação a remuneração, benefícios, oportunidades de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida. Há ainda a porcentagem de funcionários que recomendariam a empresa a um amigo ou colega de profissão.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Azul anuncia corte de voos internos e vai viajar para Portugal



A retração do mercado interno está provocando turbulências no mercado da viação no Brasil. A Azul Linhas Aéreas, com base em Campinas, acaba de anunciar o corte de 7% de seus voos domésticos e redução de sua frota, através de transferência de aeronaves para a TAP. Ao mesmo tempo que aperto o cinto em solo brasileiro, a companhia anunciou que pediu autorização para órgãos brasileiros e portugueses para iniciar três operações semanais entre Campinas e Lisboa, a partir de maio.
De acordo com a assessoria de imprensa da Azul, 17 aeronaves, sendo nove jatos Embraer 190, seis turbo-hélices ATR 72-600 e outros dois A330, da Airbus, serão transferidos para a TAP, adquirida no ano passado.

Atualmente, a Azul oferece, em Campinas, mais de 170 decolagens diárias para aproximadamente 60 destinos domésticos, além de Fort Lauderdale/Miami e Orlando (Estados Unidos) e Caiena (Guiana Francesa).

Prefeituras da RMC recebem R$ 119 mi em repasse do ICMS



As prefeituras dos vinte municípios que integram a Região Metropolitana de Campinas (RMC) ganharam um reforço nos caixas. Entre os dias 1º e 15 de janeiro, as administrações receberam cerca de R$ 119,518 milhões referentes às suas participações na cota do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Os valores correspondem a 25% da arrecadação do imposto, que são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.
Apesar do alívio momentâneo, os valores ainda estão longe de chegar ao valor repassado em todo o mês de janeiro de 2015, que foi de R$ 209,157 milhões. Para, ao menos, empatar com o repasse do ano anterior, os municípios esperam receber, juntos, mais R$ 89.638 milhões até o final de janeiro.

Paulínia é o município mais beneficiado com o repasse da cota do ICMS até o momento, com R$ 31,859 milhões, seguindo por Campinas (R$ 30,695 milhões) e Hortolândia (R$ 7,773 milhões). Na ponta oposta da lista, Morungaba (R$ 306 mil), Engenheiro Coelho (R$ 426 mil) e Holambra (R$ 604 mil). (Foto: Divulgação - Prefeitura de Campinas)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Faturamento do comércio da RMC cai 1,442 bilhão em 2015

Setor tem a receber R$ 372,8 milhões em carnês atrasados




O comércio da Região Metropolitana de Campinas (RMC) faturou R$ 36.477,0 bilhões em 2015, segundo levantamento da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), com base do SCPC regional. O número apesar de robusto, apresentou uma queda de 3,80% em relação a 2014, o que significa um recuo de R$ 1.442 bilhão a menos para os caixas das empresas do setor.
O desempenho ruim do acumulado no ano foi acentuado com o desempenho em dezembro, embora as vendas viessem caindo ao longos de todos os meses anteriores. Em termos de vendas do Natal, na RMC, a movimentação chegou a R$ 4.4 bilhões, frente aos R$ 4.8 blhõesi do Natal de 2014, uma queda de (-8,52%).
Ou número da ACIC que traz preocupação é referente a inadimplência na RMC, que cresceu 8,82% na comparação a 2014, com 497.012 boletos não pagos e vencidos a mais de 30 dias, o que representa cerca de R$ 372,8 milhões que ficaram retidos por falta de pagamentos, no mercado varejista da RMC.
“Os números finais de dezembro de 2015 mostram fielmente que os indicadores macroeconômicos da nossa economia motivaram esse péssimo comportamento do nosso comércio varejista, que deve avançar nessa condição em 2016, afora, já prognosticando um mês de janeiro sem perspectiva de recuperação, podendo se prolongar para todo o ano.”, comenta o economista da ACIC, Laerte Martins. (Foto: divulgação)


Crise deve aprofundar déficit habitacional na região de Campinas

Cinco cidades respondem por um déficit de 68,5 mil moradias




Vivendo em uma das áreas mais ricas e desenvolvidas do Brasil, ao menos 68,5 mil famílias de quatro cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) alimentam o sonho de um dia ter uma casa própria. O número corresponde ao déficit habitacional das cidades de Campinas (30.691 unidades), Sumaré (12 mil), Indaiatuba (11 mil), Americana (11 mil) e Hortolândia (4 mil).
A redução de investimentos públicos e privados no setor, queda de crédito para financiamento, aumento das taxas de juros, desemprego em alta e medo dos trabalhadores em fazer novas dívidas deve agravar ainda mais este quadro nos próximos anos. Levando em conta o ritmo atual de lançamentos e obras, de três mil unidades anuais, em números bastante conservadores, a solução desse problema nas quatro cidades poderá levar até 22 anos, isso sem não houvesse mais candidatos a novas moradias.

Além de adiar o sonho de milhares de famílias, a falta de investimentos no setor da construção civil também tende a agravar o quando econômico, já que este setor responde por 9,1% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, cerca de R$ 540 bilhões, e emprega 6,4 bilhões de pessoas com carteira assinada.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Sete empresas da região de Campinas entre as 40 maiores importadoras de 2015



De acordo com o ranking das 40 maiores importadoras brasileiras de 2015, sete empresas têm operações na região de Campinas. O levantamento foi realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As sete companhias, que atuam em variados segmentos, como automotivo, agricultura e eletroeletrônicos, trouxeram do exterior, no ano passado, US$ 8.986,27 bilhões em peças, máquinas e equipamento. A Sansung lidera a lista das maiores regionais, com US$ 2,99 bilhõe, seguida da Toyota, com US$ 1,92 bilhão. Na terceira posição ficou a Syngenta, com 1,69 bilhão.

Também aparecem no levantamento a Honda Automóveis (811,83 milhões), Du Pont US$ 662,81 milhões, John Deere Brasil (US$ 539,9 milhões) e Caterpillar (US$ 471,78 milhões).

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Polyenka encerra atividades em Americana

Após 43 anos de funcionamento, a fábrica da Polyenka em Americana – que atua no setor têxtil – está fechando suas portas. A decisão da empresa de encerrar as atividades foi tomada com base na queda de faturamento – principalmente pela corte concorrência dos produtos chineses - , falta de dinheiro para fazer novos investimentos em modernização de seu parque fabril e forte aumento com gastos de energia elétrica.

A Polyenka já vinha trabalhando com dificuldades há anos e desde 2007 estava em recuperação judicial. Atualmente, contava com 330 funcionários, dos quais 300 devem começar a ser dispensados ainda nesta semana, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Têxteis.