quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Preços dos combustível voltam a disparar em Campinas


Proprietários de veículos que abasteceram os tanques na última terça-feira vão tomar um susto na próxima ida aos postos de gasolina. Sem nenhum aviso ou explicação, os estabelecimentos de Campinas reajustaram os preços dos combustíveis nesta quarta-feira (16). O reajuste médio foi de 10%, mas este índice chega a ser ainda maior, dependendo do produto e do estabelecimento.
O valor do litro da gasolina comum passou de R$ 2,99 para R$ 3.199 (diferença de R$ 0,20) nas bombas. O litro do álcool subiu de R$ 1,99 para R$ 2,69 (R$ 0,50), o maior valor desde janeiro deste ano, segundo índice mensal disponível na página da Única (União da Indústria de Cana de Açúcar). Já a gasolina aditivada, que era vendida a R$ 3,09 agora é encontrada a R$ 3,66.
O reajuste desta semana ocorre em um momento em que o Brasil registra sucessivas quedas de consumo de combustíveis, por conta da crise econômica nacional, e da queda do preço internacional do barril do petróleo.
Segundo os funcionários do postos ouvidos, o consumidor pode preparar o bolso. Um novo reajuste, ainda sem percentual e data definidos, deve ocorrer ainda neste ano.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Villares Metals investirá R$ 50 milhões até 2017 em Sumaré

A Villares Metals, maior fabricante de aços especiais da America Latina, vai investir R$ 50 milhões até março de 2017 na ampliação de sua unidade industrial de Sumaré, na região de Campinas.
Grande parte do investimento a ser feito pela empresa  está concentrada no galpão destinado à fabricação de novos produtos, que receberá cerca de R$ 20 milhões e permitirá a fabricação de aço especial voltado às indústrias de ferramental, óleo e gás e mecânica em geral. De acordo com a Villares Metals, a produção será possível já a partir de abril de 2016.

Com 1,4 mil funcionários, A Villares Metals,  que pertence ao grupo austríaco Voestalpine, atingiu entre os anos de 2014 e 2015, 86 mil toneladas de produtos acabados. Desse total, 67% foram destinadas ao mercado interno e 33% à exportação para a NAFTA (bloco econômico formado por Estados Unidos, México e Canadá), África, América Latina, Ásia e Europa.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Preço do aluguel em Campinas teve segunda maior queda do Brasil no mês de agosto

Quem estiver procurando um apartamento para alugar na cidade de Campinas, vai se deparar com uma boa notícia em tempos de crise. Pesquisa divulgada nesta terça-feira (15) aponta forte queda no preço do aluguel novo na cidade. Em agosto, os imóveis colocados para locação registraram uma queda de 0,67%, nos valores pedidos por proprietários e imobiliárias, mais que o dobro do que havia sido registrado em julho (0,31%). Há, ainda, espaço para mais recuos, uma vez que a média nacional apontou queda de 0,72% nas nove cidades pesquisadas pelo índice FipeZap.
A queda registrada em Campinas foi a segunda maior no mês passado, superada somente pela Capital paulista (0,73%). O preço médio do aluguel de apartamento em Campinas vem caindo mensalmente, fruto relação oferta e demanda do mercado imobiliário.
Apesar da desaceleração dos dois últimos meses, no acumulado dos últimos 12 meses a queda é de 4,43%, abaixo do IGPM (Índice Geral de Preços – Mercado), que serve de baliza para os reajustes dos contratos, que foi de 7,55%, mas bem superior à média nacional, de 1,81% acumulado entre agosto de 2014 e agosto de 2015.
O índice considera apenas os preços médios anunciados em novos contratos de aluguéis das seguintes cidades: Rio de JaneiroSão Paulo, Brasília, Santos, Porto Alegre, Campinas, Salvador, São Bernardo do Campo e Curitiba.

O indicador não mede as variações de custos dos contratos em vigor, que geralmenyte são reajustados pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que subiu 7,55% nos 12 meses encerrados em agosto.

Hortolândia vai receber novo parque logístico

O grupo TRX, representando a empresa Logbras, que atua com barracões no sistema “built to suit” (construção sob medida), investirá R$ 336 milhões num novo parque logístico, localizado às margens da Rodovia Jornalista Francisco Aguirre de Proença (SP-101). Serão dois grandes galpões, numa área de 404,140 mil metros quadrados, sendo 167,951 mil metros quadrados de área construída.
Hortolândia já conta com importantes parques logísticos. Um deles é o TALOG, braço logístico da holding TA (Transportadora Americana), que mantém na cidade seu maior Centro de Distribuição. Também próximo da Rodovia SP-101, funciona o CELOG, condomínio fechado de galpões modulares, que abriga empresas de produção e logística, gerando 900 empregos diretos.



segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Frota da RMC ganha 36.443 veículos em 2015 e já passa de 2 milhões de unidades


A Região Metropolitana de Campinas (RMC), formada por 20 municípios, conta atualmente com 2.083.669 veículos, segundo cadastro do Detran-SP. Entre janeiro e julho de 2015, 36.443 novos veículos foram incorporados à frota. Dos veículos registrados, pouco mais da metade (1.346.580) são carros leves e de passeios. A diferença se refere a caminhões, ônibus, camionetas, trens e motocicletas, dentre outros.
Um dos carros-chefe da economia brasileira e regional, o setor de revendas também vem sofrendo o impacto da crise nacional, com retração de vendas. Basta uma olhada mais atenta aos números do Dentran-SP. Levando-se em conta os 36.443 veículos incorporados às ruas da RMC neste ano, são 5.206 novos veículos por mês. Divididos pelos 20 municípios, são 260,3 veículos novos por cidade.
Campinas lidera o ranking de veículos em circulação, com uma frota de 853.213, sendo 9.179 novos. Desse total, 583.844 são veículos leves e de passeios: um aumento de 5.937 carros em 2015 (848 por mês). A menor frota é da cidade de Holambra, com 8.178 veículos, dos quais 4.316 são leves e de passeios (foram apenas 132 novos em sete meses, ou aproximadamente 18 por mês).


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Preço do imóvel perde força em Campinas

Depois de valorizações sucessivas acima da inflação, durante mais de uma década de exuberância do mercado imobiliário, os preços dos imóveis em Campinas começam a perder força. O valor do m2 na cidade em julho foi de R$ 2.270,00, recuando R$ 7,00 na comparação com abril deste ano. O valor foi divulgado na manhã de hoje (02/09) segundo o Boletim FipeZap, que faz o acompanhamento de preços em 20 cidades brasileiras. Os dados também apontam que o valor do m2 na cidade sede da RMC (Região Metropolitana de Campinas) caiu uma posição no ranking dos mais caros do País, sendo superado por Vitória (ES).
O recuo do preço está diretamente ligado a fatores como: queda de vendas de apartamentos e casas novos, redução de linhas de crédito para financiamento, menor número de lançamentos e a crise econômica do País. Diante desses fatores, nos primeiros sete meses de 2015, o preço do m2 para venda subiu 1,5%. Com inflação que se aproxima dos 7% no mesmo período, o preço do imóvel acumulam queda de 5% em termos reais. Isso significa que preços voltaram ao mesmo patamar de 2013.
Segundo projeções da equipe responsável pelo Boletim FipeZap, a tendência de queda deverá permanecer nos próximos meses. Se mantida esta tendência verificada no decorrer dos últimos meses, os valores do imóvel podem chegar, no fim do ano que vem, ao patamar praticado em 2011. E o registro de queda nominal, de acordo com a hipótese mais negativa, pode chegar já em dezembro deste ano (-0,6%).

Todo o cenário negativo da economia brasileira já vinha fazendo com que o mercado imobiliário apresentasse queda, mas sempre com valorizações abaixo da inflação. Por conta disso, é relevante destacar que a série histórica iniciada em 2008 nunca tinha tido previsões de um índice em terreno negativo.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Campinas é considerada a cidade mais atrativa para executivos e trabalhadores



No mesmo dia em que Campinas completa 241 anos, o portal Exame publicou uma pesquisa realizada pela Heads, empresa de recrutamento, que revela que 91% de 1.125 profissionais consideram o Interior do Estado de São Paulo como muito atrativo para viver, trabalhar e estudar. No ranking de preferência de destino dos entrevistados, a cidade das Andorinhas é apontada como a preferida da maioria: 86% de pessoas que consideram a cidade atrativa, à frente de Jundiaí (74%) e Sorocaba (70%).
De acordo com a publicação, em relação à preferência por cidades, Campinas lidera tanto entre os mais jovens, com até 35 anos (84,57%), quanto os mais velhos, acima, acima de 55 anos (95,94%) e entre os mais velhos. De acordo com a diretora da Heads, a proximidade da capital paulista e o nível de desenvolvimento são fatores que colocam a cidade no topo do ranking.
“Na região de Campinas há 180 grandes indústrias instaladas, com mais de 500 funcionários. Na Grande São Paulo, por exemplo, são 254.”, diz. Já Ribeirão Preto desponta na preferência entre os mais jovens. Nesse caso, a distância de São Paulo pode desmotivar os profissionais mais experientes de empreenderem uma mudança.
O levantamento aponta que os executivos estão de olho no Interior por conta da qualidade de vida que a região tem a oferecer a eles e seus familiares. Se antes, era preciso pensar e repensar antes de bater o martelo, fazer as malas e deixar a capital para trabalhar no interior, hoje, a decisão parece ser mais natural.
“Hoje os profissionais parecem mais disponíveis para mudanças, mesmo que não estejam procurando ativamente oportunidades de trabalho nestes locais”, diz Camila Donati, diretora da Heads e responsável pela pesquisa.
Uma das pedras na estrada para o interior de SP, no entanto, é o salário. É que a percepção ainda é de perda. Para 56%, a remuneração é menor na comparação com a capital.
“Mas estas pessoas talvez não estejam levando em conta o custo de vida. Se colocar na balança os preços de aluguel, transporte, comida, no interior é possível economizar mais”, diz Camila.