terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Mercado imobiliário da região de Campinas espera crescer 20% em 2016

Após forte desaceleração dos negócios no ano passado, puxada pela falta de crédito e temor do consumidor em contrair dívidas de longo prazo, o setor da construção civil da Região Metropolitana de Campinas (RMC) emite sinal de confiança para 2016. De acordo com o Secovi Campinas, entidade que representa construtoras e imobiliárias, a estimativa para este ano é de um crescimento de 20% nas vendas de imóveis na comparação com o ano passado.

Segundo as projeções da entidade, o segmento de lançamentos de imóveis novos, que praticamente ficou parado no ano passado, deverá aumentar 20%. As vendas de casas e apartamentos – novos e usados – deve crescer 15%. O setor de locação prevê um aumento 5% nos negócios, sendo que este último tem forte influência na região, impulsionado pelos setores corporativo e universitário

Ainda no balanço do Secovi Campinas, entre os anos de 2012 e 2014 a região recebeu 8,6 mil unidades novas, por intermédio de lançamentos feitos pelas construtoras.


Vale lembrar que, uma pesquisa realizada no inicio deste ano pelo instituto de pesquisa Data Popular, para medir o grau de desejo da população, reforça este sentimento. Nada menos do que seis de cada dez pessoas que adiaram o sonho em 2015 desejam adquirir a casa ou apartamento neste ano (63%). 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Varejo da RMC tem queda de 3,80% em Janeiro

Como já era esperado, o ano não deverá ser fácil para o comercio varejista da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Sem dinheiro no bolso e com dívidas acumuladas no ano passado, os consumidores fecharam a carteira. De acordo com números divulgados hoje pela Associação Comercial de Industrial de Campinas (ACIC), as vendas em janeiro apresentaram queda de -3,80% no volume, e uma pequena redução de (-0,98%) no faturamento nominal, comparadas ao mesmo mês do ano passado.

A inadimplência também apresenta uma elevação de 7,85%, quando avaliado os dados de Janeiro de 2015, com janeiro de 2016, representando cerca de 42.238 boletos/carnês vencido a mais de 30 dias e não pagos, que representam cerca de R$ 30,4 milhões que ficaram retidos por falta de pagamento no mercado varejista da RMC, em Janeiro de 2016.


Finalmente, verifica-se que o mau desempenho dos indicadores econômicos do País, que mostraram o péssimo desenvolvimento do comércio varejista em 2015, continua impactando negativamente à tendência para 2016.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Fábrica da Bionovis, em Valinhos, recebe aporte de R$ 201 milhões do BNDES

Em construção na cidade de Valinhos, na Região Metropolitana de Campinas (RMC), a fábrica da Bionovis receberá aporte de R$ 201 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A planta industrial da gigante farmacêutica (uma joint venture das empresas Aché, EMS, Hypermarcas e União Química), deverá receber investimento total de R$ 629,1 milhões, onde serão fabricados medicamentos para o combate ao câncer e a doenças autoimunes.

A fábrica da Bionovis, com previsão de entrar em operação em 2018, foi projetada para operar com capacidade para produzir 400 quilos de proteínas terapêuticas, mas com possibilidade de elevar capacidade, informou o presidente da empresa, Odnir Finotti. Para tanto, a empresa terá um capital de R$ 750 milhões.

De acordo com informações do jornal Valor Econômico, a ideia  do BNDES, ao liberar o aporte, é criar um novo parque industrial tecnológico no país, voltado para remédios biotecnológicos. Trata-se de um mercado que movimenta em torno de US$ 100 bilhões no mundo, segundo dados da consultoria britânica Evaluate Pharma.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Itatiba inaugura uma Fatec


Unidade é a 10ª instalada na Região de Campinas

A cidade de Itatiba, na Região Metropolitana de Campinas (RMC), inaugura neste mês de fevereiro uma Faculdade de Tecnologia (Fatec), mantida pelo Governo do Estado de São Paulo. A nova faculdade vai oferecer 40 vagas, já a partir de fevereiro para o curso superior tecnológico de Gestão da Produção Industrial.

Na parceria para a implantação da Fatec, coube à Prefeitura a reforma e a adequação do prédio que inicialmente abrigará a unidade. O Estado ficou responsável pela compra de mobiliário e equipamentos e o Centro Paula Souza, pela elaboração do projeto pedagógico do curso, acompanhamento do processo seletivo e contratação de professores. Com a faculdade de tecnologia recém-criada em Itatiba, a décima na Região de Campinas, o Centro Paula Souza passa a administrar 66 Fatecs no Estado.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Potencial de Campinas atrai interesse da Rede Hilton

Galleria Shopping vai ganhar um hotel: foto Tatiana Ferro

Com cerca de 100 mil turistas – maior parte de negócios - passando mensalmente pela rede hoteleira regional, a Região Metropolitana de Campinas (RMC) desperta o apetite de investidores nacionais e internacionais. A última a companhia a manifestar desejo de erguer um empreendimento na cidade é a Hilton Wordwide, presente em vários países com diversas bandeiras, inclusive no Brasil. O grupo, que acaba de lançar sua terceira marca no Brasil, a Hilton Garden Inn, que terá sua primeira unidade na Capital paulista e a previsão de outros dez, a serem anunciados ainda neste ano. Segundo o vice-presidente da Hilton Wordwide, Ted Meddleton, em entrevista à Folha de São Paulo, ainda não há nada definido sobre o projeto de Campinas.
Em novembro do ano passado, o Iguatemi Empresas de Shopping Centers S/A fechou parceria com as empresas Linderberg e Setin para construção de um hotel com 200 apartamentos dentro do Galleria Shopping. O investimento será de R$ 12,4 milhões e o empreendimento deve ser inaugurado no primeiro semestre de 2017.
A RMC deve ampliar em 26% o número de quartos no setor hoteleiro até o final de 2017. Os novos hotéis em construção na região vão colocar pelo menos mais 1.250 quartos à disposição dos viajantes e turistas, as já 4.659 unidades existentes.
As 1.250 novas unidades estão sendo erguidas nas cidades de Campinas, Indaiatuba, Hortolândia, Valinhos e Vinhedo. Para 2018, são previstos outros 600 quartos, quando deve ser inaugurado o complexo hoteleiro do Grupo Royal Palm Hotéis.
Hoje, a taxa de ocupação dos hotéis da RMC é de 59,17%, com média diária de R$ 255,75. Uma pesquisa do Grupo de Estudos Urbanos (GEU) aponta que o setor industrial é o principal gerador de demanda no setor hoteleiro da região de Campinas, sendo que a ocupação concentra-se entre segunda e sexta-feira. A ocupação cai nos finais de semana.


domingo, 24 de janeiro de 2016

Ponte Preta vai explorar o setor gastronômico

Clube é o primeiro do País a associar sua marca ao food truck




O setor gastronômico é um dos poucos que ainda resistem à crise econômica no Brasil. De olho neste mercado, a Ponte Preta se prepara para atual além dos gramados. O tradicional clube de Campinas lançou neste domingo, em parceria com  Match Point Consultoria Esportiva e Foodtruck.com.br, o projeto Food Truck - Comida, Futebol e Entretenimento. O time é o primeiro do País associar sua marca a um food truck.
Além de olhar outras fontes de receitas, o projeto tem como objetivo estimular o empreendedorismo e possibilitar que torcedores de futebol e investidores sejam proprietários de food trucks ligados a clubes. "Torcer dá fome? Recarregue as suas energias em um food truck do seu clube do coração", é o slogan da campanha.

“O maior desafio desse projeto é converter o torcedor em consumidor e ajudar os clubes a incrementar e diversificar suas fontes de receita”, explica o fundador da Foodtruck.com.br, Thiago Raimondi.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

RMC tem maior perda de postos de trabalho dos últimos 14 anos

A Região Metropolitana de Campinas (RMC), formada por 20 municípios, perdeu nada menos que 39.621 postos de trabalho com carteira assinada no ano de 2015, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O resultado, de acordo com o acompanhamento da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) é o pior para a região nos últimos 14 anos.
De acordo com o economista da ACIC, Laerte Martins, somente os quatro maiores segmentos da Atividade Econômica, como Indústria, Serviços, Comércio, Construção Civil e Agropecuária, foram responsáveis pelo fechamento de 37.599 postos de trabalho no ano passado. Isso significa uma taxa de desemprego na RMC acima de 10% da População Economicamente Ativa (PEA).
A Indústria foi o setor que mais demitiu, com 52,0%; seguida do Comércio, com 15,5%; Serviços, com 14,4%; Construção Civil, com 12,8%, e Agropecuário, com apenas 0,41%.
A cidade que mais perdeu vagas no ano passado foi Campinas, com menos 15.964 postos (variação de 254,67%). Veja quadro completo por cidades fa ilustração abaixo, assim como a variação por cada município.