terça-feira, 15 de setembro de 2015

Hortolândia vai receber novo parque logístico

O grupo TRX, representando a empresa Logbras, que atua com barracões no sistema “built to suit” (construção sob medida), investirá R$ 336 milhões num novo parque logístico, localizado às margens da Rodovia Jornalista Francisco Aguirre de Proença (SP-101). Serão dois grandes galpões, numa área de 404,140 mil metros quadrados, sendo 167,951 mil metros quadrados de área construída.
Hortolândia já conta com importantes parques logísticos. Um deles é o TALOG, braço logístico da holding TA (Transportadora Americana), que mantém na cidade seu maior Centro de Distribuição. Também próximo da Rodovia SP-101, funciona o CELOG, condomínio fechado de galpões modulares, que abriga empresas de produção e logística, gerando 900 empregos diretos.



segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Frota da RMC ganha 36.443 veículos em 2015 e já passa de 2 milhões de unidades


A Região Metropolitana de Campinas (RMC), formada por 20 municípios, conta atualmente com 2.083.669 veículos, segundo cadastro do Detran-SP. Entre janeiro e julho de 2015, 36.443 novos veículos foram incorporados à frota. Dos veículos registrados, pouco mais da metade (1.346.580) são carros leves e de passeios. A diferença se refere a caminhões, ônibus, camionetas, trens e motocicletas, dentre outros.
Um dos carros-chefe da economia brasileira e regional, o setor de revendas também vem sofrendo o impacto da crise nacional, com retração de vendas. Basta uma olhada mais atenta aos números do Dentran-SP. Levando-se em conta os 36.443 veículos incorporados às ruas da RMC neste ano, são 5.206 novos veículos por mês. Divididos pelos 20 municípios, são 260,3 veículos novos por cidade.
Campinas lidera o ranking de veículos em circulação, com uma frota de 853.213, sendo 9.179 novos. Desse total, 583.844 são veículos leves e de passeios: um aumento de 5.937 carros em 2015 (848 por mês). A menor frota é da cidade de Holambra, com 8.178 veículos, dos quais 4.316 são leves e de passeios (foram apenas 132 novos em sete meses, ou aproximadamente 18 por mês).


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Preço do imóvel perde força em Campinas

Depois de valorizações sucessivas acima da inflação, durante mais de uma década de exuberância do mercado imobiliário, os preços dos imóveis em Campinas começam a perder força. O valor do m2 na cidade em julho foi de R$ 2.270,00, recuando R$ 7,00 na comparação com abril deste ano. O valor foi divulgado na manhã de hoje (02/09) segundo o Boletim FipeZap, que faz o acompanhamento de preços em 20 cidades brasileiras. Os dados também apontam que o valor do m2 na cidade sede da RMC (Região Metropolitana de Campinas) caiu uma posição no ranking dos mais caros do País, sendo superado por Vitória (ES).
O recuo do preço está diretamente ligado a fatores como: queda de vendas de apartamentos e casas novos, redução de linhas de crédito para financiamento, menor número de lançamentos e a crise econômica do País. Diante desses fatores, nos primeiros sete meses de 2015, o preço do m2 para venda subiu 1,5%. Com inflação que se aproxima dos 7% no mesmo período, o preço do imóvel acumulam queda de 5% em termos reais. Isso significa que preços voltaram ao mesmo patamar de 2013.
Segundo projeções da equipe responsável pelo Boletim FipeZap, a tendência de queda deverá permanecer nos próximos meses. Se mantida esta tendência verificada no decorrer dos últimos meses, os valores do imóvel podem chegar, no fim do ano que vem, ao patamar praticado em 2011. E o registro de queda nominal, de acordo com a hipótese mais negativa, pode chegar já em dezembro deste ano (-0,6%).

Todo o cenário negativo da economia brasileira já vinha fazendo com que o mercado imobiliário apresentasse queda, mas sempre com valorizações abaixo da inflação. Por conta disso, é relevante destacar que a série histórica iniciada em 2008 nunca tinha tido previsões de um índice em terreno negativo.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Campinas é considerada a cidade mais atrativa para executivos e trabalhadores



No mesmo dia em que Campinas completa 241 anos, o portal Exame publicou uma pesquisa realizada pela Heads, empresa de recrutamento, que revela que 91% de 1.125 profissionais consideram o Interior do Estado de São Paulo como muito atrativo para viver, trabalhar e estudar. No ranking de preferência de destino dos entrevistados, a cidade das Andorinhas é apontada como a preferida da maioria: 86% de pessoas que consideram a cidade atrativa, à frente de Jundiaí (74%) e Sorocaba (70%).
De acordo com a publicação, em relação à preferência por cidades, Campinas lidera tanto entre os mais jovens, com até 35 anos (84,57%), quanto os mais velhos, acima, acima de 55 anos (95,94%) e entre os mais velhos. De acordo com a diretora da Heads, a proximidade da capital paulista e o nível de desenvolvimento são fatores que colocam a cidade no topo do ranking.
“Na região de Campinas há 180 grandes indústrias instaladas, com mais de 500 funcionários. Na Grande São Paulo, por exemplo, são 254.”, diz. Já Ribeirão Preto desponta na preferência entre os mais jovens. Nesse caso, a distância de São Paulo pode desmotivar os profissionais mais experientes de empreenderem uma mudança.
O levantamento aponta que os executivos estão de olho no Interior por conta da qualidade de vida que a região tem a oferecer a eles e seus familiares. Se antes, era preciso pensar e repensar antes de bater o martelo, fazer as malas e deixar a capital para trabalhar no interior, hoje, a decisão parece ser mais natural.
“Hoje os profissionais parecem mais disponíveis para mudanças, mesmo que não estejam procurando ativamente oportunidades de trabalho nestes locais”, diz Camila Donati, diretora da Heads e responsável pela pesquisa.
Uma das pedras na estrada para o interior de SP, no entanto, é o salário. É que a percepção ainda é de perda. Para 56%, a remuneração é menor na comparação com a capital.
“Mas estas pessoas talvez não estejam levando em conta o custo de vida. Se colocar na balança os preços de aluguel, transporte, comida, no interior é possível economizar mais”, diz Camila.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Região de Campinas recebe novos investismentos

Economia e negócios na região de Campinas
CURTAS

TRX investe R$ 100 milhões em Piracicaba
A TRX, gestora de recursos que atua no setor imobiliário, lançou ontem, dia 22, um condomínio logístico na cidade de Piracicaba. O investimento anunciado deve chegar a R$ 100 milhões. O empreendimento ocupará uma área de 68,1 mil m², dividida em 2,6 mil m² e terá capacidade para atender por volta de 24 empresas.

Congesa construirá hotel em Indaiatuba
A incorporadora e construtora Congesa vai investir R$ 50 milhões no Wise Hotel, empreendimento em parceria com a operadora Travel Inn. O projeto é o primeiro em hotelaria e será lançado no segundo semestre em Indaiatuba (SP). A expansão do aeroporto de Viracopos e o perfil industrial da região ampliaram a demanda por quartos. O empreendimento, de classe econômica, terá 216 quartos. Com previsão de entrega em 2018, as obras devem gerar 200 vagas de emprego.

Honda amplia produção extra em Sumaré
A Honda está operando no limite de horas extras permitido pela legislação trabalhista para formar estoques antes do início das férias coletivas de meio de ano, que já estavam dentro do planejamento anual da marca.

As vendas de carros da Honda cresceram 16,4% em 2015, a maior taxa entre as marcas com produção local. O volume, de quase 60 mil unidades entre janeiro e maio, é puxado pelo aumento de 30,4% e 26% das vendas do Fit e do City, respectivamente.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Região de Campinas recebe 74% dos novos condomínios logísticos no Estado

Considerado um dos principais pontos estratégicos para o setor de distribuição por sua localização, a região de Campinas tem atraído grandes investimentos em condomínios logísticos. Segundo um levantamento que acaba de ser divulgado pela Colliers International Brasil, o mercado de condomínios logísticos de alto padrão do Estado de São Paulo absorveu 110.705 m² no primeiro trimestre do ano, o que representa 51% das locações nacionais. Do total absorvido no período, a região de Campinas foi o grande destaque do Estado, com 82 mil m² locados.

De acordos com os dados existentes, São Paulo possui 6.144 milhões de m², sendo que a maior concentração está em Jundiaí (1.210 milhões de m²), Cajamar (1.007 milhões de m²), Campinas (794 mil m²) e Guarulhos (680 mil m²). Neste segundo trimestre do ano, São Paulo deve receber mais 569 mil m² de condomínios logísticos.

O preço médio pedido de locação no Estado é de R$ 20,50 m² / mês. As regiões com as médias mais altas são Osasco, R$ 26,80 m² / mês; São Paulo capital, R$ 26,10 m² / mês; e ABCDM, R$ 25,00 m² / mês. Já os valores mais baixos estão no Vale do Paraíba, R$ 16,00 m² / mês; Sorocaba, R$ 15,10 m² / mês; e Piracicaba, R$ 14,00 m² / mês.


A taxa de disponibilidade de São Paulo encontra-se em 21%, pouco acima da média nacional, que é de 17%. Um dos motivos deste índice é a entrega de novas metragens, que geralmente é concentrada no Estado e as áreas não são absorvidas com tanta rapidez.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

São Paulo e Campinas lideram ranking de competitividade no Brasil

 Estudo feito pela FGV com o Financial Times analisa 558 microrregiões País

O estudo “Brazil Competitiveness Profile”, realizado pela FGV Projetos em parceria com o Financial Times, concluiu que o Estado de São Paulo é o mais competitivo do País. A lista é liderada pelas regiões de São Paulo e Campinas.  A pesquisa envolve 558 microrregiões dentro de 14 dimensões e seis vetores relacionados à competitividade.
O estudo, divulgado hoje pela agência de fomento Investe SP, destaca os municípios paulistas, principalmente em assuntos relacionados a capital humano, como educação, e qualidade da mão-de-obra. O Estado tem 15 microrregiões que ocupam a lista das 20 mais bem colocadas em educação básica e ensino superior. Quando analisado capital humano, ou seja, de forma mais geral, 18 entre as 20 regiões mais competitivas são paulistas.
“São Paulo abriga as principais universidades do País, além de ser o Estado que mais investe em pesquisa, desenvolvimento e inovação do Brasil. Nossas políticas públicas valorizam e incentivam empresas que fazem a economia girar de forma criativa e sustentável”, explica o presidente da Investe São Paulo, Juan Quirós.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, vice-governador Márcio França, ressalta que “estas vantagens do Estado de São Paulo são fruto de seguidas boas gestões, que garantiram estabilidade institucional e muito investimento em infraestrutura, pesquisa, educação e inovação”.
Inovação também é um critério em que as microrregiões de São Paulo se destacam: 75% dos 20 grupos de municípios mais inovadores está no Estado. Segundo o estudo, são neles que se concentram, além dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, a maior quantidade de acadêmicos PHD do País. 
Nos cinco vetores que analisam condições em um cenário mais abrangente, além de capital humano, São Paulo também é o Estado da maior parte 20 das microrregiões mais bem colocadas em qualidade de vida e ambiente de negócios.
Sobre o estudo


Para qualidade de vida, o ranking leva em consideração estrutura social (aspectos como transporte público, acesso a tecnologia, eletricidade e saneamento), sustentabilidade e saúde. Já em ambiente de negócios, são considerados os aspectos logísticos, de sofisticação no mercado e inovação. 

A pesquisa realizada pelo FGV Projetos em parceria com a empresa britânica Financial Times foi dividida em dois grandes centros de análises: de 558 microrregiões brasileiras e 56 setores produtivos. As regiões foram agrupadas de acordo com suas características similares, as quais foram definidas por critérios do IBGE por estruturas sociais e de produção. Foram criadas 14 dimensões e seis vetores que totalizam 224 indicadores diferentes.