quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Preço do imóvel perde força em Campinas

Depois de valorizações sucessivas acima da inflação, durante mais de uma década de exuberância do mercado imobiliário, os preços dos imóveis em Campinas começam a perder força. O valor do m2 na cidade em julho foi de R$ 2.270,00, recuando R$ 7,00 na comparação com abril deste ano. O valor foi divulgado na manhã de hoje (02/09) segundo o Boletim FipeZap, que faz o acompanhamento de preços em 20 cidades brasileiras. Os dados também apontam que o valor do m2 na cidade sede da RMC (Região Metropolitana de Campinas) caiu uma posição no ranking dos mais caros do País, sendo superado por Vitória (ES).
O recuo do preço está diretamente ligado a fatores como: queda de vendas de apartamentos e casas novos, redução de linhas de crédito para financiamento, menor número de lançamentos e a crise econômica do País. Diante desses fatores, nos primeiros sete meses de 2015, o preço do m2 para venda subiu 1,5%. Com inflação que se aproxima dos 7% no mesmo período, o preço do imóvel acumulam queda de 5% em termos reais. Isso significa que preços voltaram ao mesmo patamar de 2013.
Segundo projeções da equipe responsável pelo Boletim FipeZap, a tendência de queda deverá permanecer nos próximos meses. Se mantida esta tendência verificada no decorrer dos últimos meses, os valores do imóvel podem chegar, no fim do ano que vem, ao patamar praticado em 2011. E o registro de queda nominal, de acordo com a hipótese mais negativa, pode chegar já em dezembro deste ano (-0,6%).

Todo o cenário negativo da economia brasileira já vinha fazendo com que o mercado imobiliário apresentasse queda, mas sempre com valorizações abaixo da inflação. Por conta disso, é relevante destacar que a série histórica iniciada em 2008 nunca tinha tido previsões de um índice em terreno negativo.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Campinas é considerada a cidade mais atrativa para executivos e trabalhadores



No mesmo dia em que Campinas completa 241 anos, o portal Exame publicou uma pesquisa realizada pela Heads, empresa de recrutamento, que revela que 91% de 1.125 profissionais consideram o Interior do Estado de São Paulo como muito atrativo para viver, trabalhar e estudar. No ranking de preferência de destino dos entrevistados, a cidade das Andorinhas é apontada como a preferida da maioria: 86% de pessoas que consideram a cidade atrativa, à frente de Jundiaí (74%) e Sorocaba (70%).
De acordo com a publicação, em relação à preferência por cidades, Campinas lidera tanto entre os mais jovens, com até 35 anos (84,57%), quanto os mais velhos, acima, acima de 55 anos (95,94%) e entre os mais velhos. De acordo com a diretora da Heads, a proximidade da capital paulista e o nível de desenvolvimento são fatores que colocam a cidade no topo do ranking.
“Na região de Campinas há 180 grandes indústrias instaladas, com mais de 500 funcionários. Na Grande São Paulo, por exemplo, são 254.”, diz. Já Ribeirão Preto desponta na preferência entre os mais jovens. Nesse caso, a distância de São Paulo pode desmotivar os profissionais mais experientes de empreenderem uma mudança.
O levantamento aponta que os executivos estão de olho no Interior por conta da qualidade de vida que a região tem a oferecer a eles e seus familiares. Se antes, era preciso pensar e repensar antes de bater o martelo, fazer as malas e deixar a capital para trabalhar no interior, hoje, a decisão parece ser mais natural.
“Hoje os profissionais parecem mais disponíveis para mudanças, mesmo que não estejam procurando ativamente oportunidades de trabalho nestes locais”, diz Camila Donati, diretora da Heads e responsável pela pesquisa.
Uma das pedras na estrada para o interior de SP, no entanto, é o salário. É que a percepção ainda é de perda. Para 56%, a remuneração é menor na comparação com a capital.
“Mas estas pessoas talvez não estejam levando em conta o custo de vida. Se colocar na balança os preços de aluguel, transporte, comida, no interior é possível economizar mais”, diz Camila.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Região de Campinas recebe novos investismentos

Economia e negócios na região de Campinas
CURTAS

TRX investe R$ 100 milhões em Piracicaba
A TRX, gestora de recursos que atua no setor imobiliário, lançou ontem, dia 22, um condomínio logístico na cidade de Piracicaba. O investimento anunciado deve chegar a R$ 100 milhões. O empreendimento ocupará uma área de 68,1 mil m², dividida em 2,6 mil m² e terá capacidade para atender por volta de 24 empresas.

Congesa construirá hotel em Indaiatuba
A incorporadora e construtora Congesa vai investir R$ 50 milhões no Wise Hotel, empreendimento em parceria com a operadora Travel Inn. O projeto é o primeiro em hotelaria e será lançado no segundo semestre em Indaiatuba (SP). A expansão do aeroporto de Viracopos e o perfil industrial da região ampliaram a demanda por quartos. O empreendimento, de classe econômica, terá 216 quartos. Com previsão de entrega em 2018, as obras devem gerar 200 vagas de emprego.

Honda amplia produção extra em Sumaré
A Honda está operando no limite de horas extras permitido pela legislação trabalhista para formar estoques antes do início das férias coletivas de meio de ano, que já estavam dentro do planejamento anual da marca.

As vendas de carros da Honda cresceram 16,4% em 2015, a maior taxa entre as marcas com produção local. O volume, de quase 60 mil unidades entre janeiro e maio, é puxado pelo aumento de 30,4% e 26% das vendas do Fit e do City, respectivamente.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Região de Campinas recebe 74% dos novos condomínios logísticos no Estado

Considerado um dos principais pontos estratégicos para o setor de distribuição por sua localização, a região de Campinas tem atraído grandes investimentos em condomínios logísticos. Segundo um levantamento que acaba de ser divulgado pela Colliers International Brasil, o mercado de condomínios logísticos de alto padrão do Estado de São Paulo absorveu 110.705 m² no primeiro trimestre do ano, o que representa 51% das locações nacionais. Do total absorvido no período, a região de Campinas foi o grande destaque do Estado, com 82 mil m² locados.

De acordos com os dados existentes, São Paulo possui 6.144 milhões de m², sendo que a maior concentração está em Jundiaí (1.210 milhões de m²), Cajamar (1.007 milhões de m²), Campinas (794 mil m²) e Guarulhos (680 mil m²). Neste segundo trimestre do ano, São Paulo deve receber mais 569 mil m² de condomínios logísticos.

O preço médio pedido de locação no Estado é de R$ 20,50 m² / mês. As regiões com as médias mais altas são Osasco, R$ 26,80 m² / mês; São Paulo capital, R$ 26,10 m² / mês; e ABCDM, R$ 25,00 m² / mês. Já os valores mais baixos estão no Vale do Paraíba, R$ 16,00 m² / mês; Sorocaba, R$ 15,10 m² / mês; e Piracicaba, R$ 14,00 m² / mês.


A taxa de disponibilidade de São Paulo encontra-se em 21%, pouco acima da média nacional, que é de 17%. Um dos motivos deste índice é a entrega de novas metragens, que geralmente é concentrada no Estado e as áreas não são absorvidas com tanta rapidez.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

São Paulo e Campinas lideram ranking de competitividade no Brasil

 Estudo feito pela FGV com o Financial Times analisa 558 microrregiões País

O estudo “Brazil Competitiveness Profile”, realizado pela FGV Projetos em parceria com o Financial Times, concluiu que o Estado de São Paulo é o mais competitivo do País. A lista é liderada pelas regiões de São Paulo e Campinas.  A pesquisa envolve 558 microrregiões dentro de 14 dimensões e seis vetores relacionados à competitividade.
O estudo, divulgado hoje pela agência de fomento Investe SP, destaca os municípios paulistas, principalmente em assuntos relacionados a capital humano, como educação, e qualidade da mão-de-obra. O Estado tem 15 microrregiões que ocupam a lista das 20 mais bem colocadas em educação básica e ensino superior. Quando analisado capital humano, ou seja, de forma mais geral, 18 entre as 20 regiões mais competitivas são paulistas.
“São Paulo abriga as principais universidades do País, além de ser o Estado que mais investe em pesquisa, desenvolvimento e inovação do Brasil. Nossas políticas públicas valorizam e incentivam empresas que fazem a economia girar de forma criativa e sustentável”, explica o presidente da Investe São Paulo, Juan Quirós.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, vice-governador Márcio França, ressalta que “estas vantagens do Estado de São Paulo são fruto de seguidas boas gestões, que garantiram estabilidade institucional e muito investimento em infraestrutura, pesquisa, educação e inovação”.
Inovação também é um critério em que as microrregiões de São Paulo se destacam: 75% dos 20 grupos de municípios mais inovadores está no Estado. Segundo o estudo, são neles que se concentram, além dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, a maior quantidade de acadêmicos PHD do País. 
Nos cinco vetores que analisam condições em um cenário mais abrangente, além de capital humano, São Paulo também é o Estado da maior parte 20 das microrregiões mais bem colocadas em qualidade de vida e ambiente de negócios.
Sobre o estudo


Para qualidade de vida, o ranking leva em consideração estrutura social (aspectos como transporte público, acesso a tecnologia, eletricidade e saneamento), sustentabilidade e saúde. Já em ambiente de negócios, são considerados os aspectos logísticos, de sofisticação no mercado e inovação. 

A pesquisa realizada pelo FGV Projetos em parceria com a empresa britânica Financial Times foi dividida em dois grandes centros de análises: de 558 microrregiões brasileiras e 56 setores produtivos. As regiões foram agrupadas de acordo com suas características similares, as quais foram definidas por critérios do IBGE por estruturas sociais e de produção. Foram criadas 14 dimensões e seis vetores que totalizam 224 indicadores diferentes.

QUAL A IMPORTÂNCIA DAS MÍDIAS SOCIAIS PARA A SUA EMPRESA?

Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, Google+, Pinterest, blogs… No cenário atual, é indiscutível a influência dos canais virtuais de comunicação social. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil, as pessoas passam, em média, oito horas por mês conectadas às redes sociais.
Com tanta gente online diariamente e por longos períodos, os consumidores estão cada vez mais antenados e atentos às novidades e também aos deslizes, principalmente das grandes empresas.
Por conta disso, muitas companhias perceberam a necessidade de também fazer parte dessas redes, por diversos motivos, para estreitar o relacionamento e interagir com seus clientes e consumidores.

Qual a importância das mídias sociais para a sua empresa?
Poder ouvir o cliente
Aproximar clientes e empresas: essa é uma das principais vantagens das mídias sociais. Com um número cada vez maior de pessoas conectadas em toda parte do mundo, interagir com clientes e consumidores se faz necessário.
Dar voz aos seguidores e ouvir suas opiniões, críticas e sugestões, estreita o vínculo entre as duas pontas do mercado, o que é extremamente importante para qualquer tipo de negócio, desde a loja do bairro até as maiores companhias do mundo.

Captar e fidelizar clientes
Essa interação tem como objetivo criar “engajamento” – a expressão do momento. Ou seja, estabelecer um relacionamento com seus clientes é essencial para criar envolvimento, intimidade e influenciar seus seguidores positivamente com relação à sua empresa, marca ou produto.
Com isso, e com uma boa estratégia com base em seus objetivos e seu público-alvo, manter consumidores e adeptos e, principalmente, fidelizar novos clientes, torna-se uma tarefa mais simples, desde que executada de maneira correta.

Contornar situações adversas
Você já imaginou perder um trabalho de anos e a boa imagem de sua empresa por conta de um boato virtual, por um deslize ou por tratar de maneira inadequada seus clientes?
A linha entre o “engajamento” e o “desprezo” social é bastante tênue neste ponto. Com a velocidade das informações e a interação entre os usuários, o sucesso e o fracasso de uma campanha caminham bem próximos.
Por conta disso, as mídias sociais precisam ser bastante atuantes, pois também são importantes para transmitir informações, tirar dúvidas, evitar boatos e falar com seu “target”.

Divulgar campanhas e produtos
Outro bom motivo para colocar sua empresa nas redes sociais é a disseminação rápida de qualquer tipo de informação. Uma campanha bem elaborada, em questão de minutos pode criar um grande envolvimento por parte de seus clientes e demais usuários.
Visitas à página, curtidas em posts e compartilhamentos são métricas que precisam ser corriqueiramente analisadas para mensurar o engajamento de seu público-alvo e, assim, manter ou repensar suas estratégias midiáticas.

Promoções
Assim como as campanhas de novos produtos, as promoções, além de alavancar suas vendas, também são um excelente método para atrair novos clientes. “Clique aqui para participar” ou “Clique aqui e ganhe descontos” podem resultar em novas curtidas em pouco tempo.
Mas saiba que você precisará fazer muito mais do que isso para fidelizar seus clientes e fazê-los frequentadores assíduos de sua página ou participantes de suas campanhas, mas, principalmente, clientes que compram ou consomem seus produtos com regularidade e os divulgam para amigos.
Apesar de extremamente importante entrar no mundo das mídias sociais para divulgar sua empresa, captar e fidelizar clientes, interagir com seus consumidores e aumentar suas vendas, essa empreitada é mais complexa do que parece.

Uma boa estratégia, com base em seus objetivos e público-alvo, é vital. Criar conteúdo, campanhas e promoções interessantes, também são essenciais para ganhar visibilidade.

Se ainda não tem esta estratégica de comunicação em sua empresa, faça-nos uma consulta. A Comunicação Estratégica Campinas atende diversos clientes neste segmento, como: Joe & Leo´s Campinas, Churrascaria do Una, Churrascaria Karninha, Residencial Ipiranga. Entre em contato pelo e-mail marcelo.francisco.oliveira@uol.com.br)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Multinacional holandesa instala laboratório de pesquisa em Campinas

Empresa vai desenvolver pesquisas na área de cana-de-açúcar



Apesar da economia em retração, algumas empresas têm investido de olho no futuro. É o caso da multinacional de origem holandesa DSM. A empresa, que atua no segmento de especialidades químicas, acaba de anunciar a instalação de um laboratório de pesquisas com vistas a desenvolver uma tecnologia economicamente viável para produção de etanol de segunda geração, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, e mais adiante, de biomateriais. A unidade começa a ser erguida na cidade de Campinas, ainda neste ano.

A instalação do laboratório na Região Metropolitana de Campinas (RMC) é o primeiro passo da multinacional em um novo negócio no País, onde pretende desenvolver novos negócios na área de biocombustíveis e de químicos produzidos a partir de fontes renováveis, a partir da cana-de-açúcar.

No segmento de biocombustíveis, a DSM já participa do mercado brasileiro como fornecedora da levedura industrial utilizada pela GranBio na primeira usina brasileira de etanol obtido a partir da palha da cana, inaugurada em Alagoas. Nos Estados Unidos, a própria DSM, em parceria com a americana Poet, colocou em operação a primeira usina de biocombustível em escala comercial daquele país, produzido partir de resíduos da colheita de milho. "Agora, estamos trabalhando no desenvolvimento de uma tecnologia viável para a cana", informou o presidente da DSM América Latina, Maurício Adade.


No ano passado, a DSM faturou US$ 1,25 bilhão na América Latina, dos quais entre 70% e 80% provenientes da operação brasileira.